CAMINHANDO PELA BIOQUIMICA PDF

Alm disso, est relacionado com a fisiologia desse cido nuclico, pois alm de armazenar tambm contm dentro de si um conjunto de protena, um sistema enzimtico, responsvel pela replicao dessa informao gentica no processo de diviso celular: na mitose e na meiose. Esse ncleo tambm replica ou duplica a informao gentica para ser passada em quantidades iguais para as clulas-filhas. Possui tambm um conjunto de protena responsvel por detectar alteraes na informao gnica, ou seja, na estrutura do cido desoxirribonucleico e uma vez detectadas alteraes essas enzimas conseguem reparar, retornando a informao ao estado original e evitando acumulo de mutaes no organismo. Entretanto, no abole completamente, pois qualquer processo biolgico tem uma taxa de erro inerente. E o modo como processada atravs da sntese de uma molcula complementar: RNA que pode ser transportador, ribossomal e mensageiro. Tem funes no processo de sntese protica, mas existem certos RNAs que podem funcionar como cofatores de atividade enzimtica telomerase.

Author:Viran Gardalar
Country:Colombia
Language:English (Spanish)
Genre:Literature
Published (Last):27 May 2016
Pages:259
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Alm disso, est relacionado com a fisiologia desse cido nuclico, pois alm de armazenar tambm contm dentro de si um conjunto de protena, um sistema enzimtico, responsvel pela replicao dessa informao gentica no processo de diviso celular: na mitose e na meiose. Esse ncleo tambm replica ou duplica a informao gentica para ser passada em quantidades iguais para as clulas-filhas.

Possui tambm um conjunto de protena responsvel por detectar alteraes na informao gnica, ou seja, na estrutura do cido desoxirribonucleico e uma vez detectadas alteraes essas enzimas conseguem reparar, retornando a informao ao estado original e evitando acumulo de mutaes no organismo. Entretanto, no abole completamente, pois qualquer processo biolgico tem uma taxa de erro inerente.

E o modo como processada atravs da sntese de uma molcula complementar: RNA que pode ser transportador, ribossomal e mensageiro. Tem funes no processo de sntese protica, mas existem certos RNAs que podem funcionar como cofatores de atividade enzimtica telomerase.

Existe ainda a regulao da expresso gnica controlada pelo ncleo, quais os gens vo ser impedidos e quais vo ser sintetizados. Esse controle feito por um conjunto de protenas existentes no ncleo, chamadas de protenas regulatrias, integrando sinais recebidos por receptores da membrana citoplasmatica e transformam-nos em padro especfico para a expresso gnica para que a clula possa exercer bem suas funes fisiolgicas sob aquelas condies num determinado momento.

A informao gnica armazenada num tipo de molcula que cido desoxirribonucleico, que se apresenta como fita dupla que seria duas cadeias lineares de bases nitrogenadas ordenadas numa determinada seqncia, dispostas numa orientao antiparalela e formando pareamento entre as bases nitrogenadas de uma fita com a outra.

A forma mais comum de asssociao de DNA a? Caminhando pela Bioqumica Em RNA ocorre a uracila em lugar da timina. Essa informao gentica vai ser transformada parte numa molcula que pode ser entendida pela clula que o RNA mensageiro e esse, junto com determinados grnulos proticos que so os ribossomas, vai ser primeiro traduzido numa sequncia linear de aminocido e esses aminocidos na presena de um meio de composio apropriada e com a ajuda de determinadas protenas citoplasmticas vo adquirir uma estrutura tridimensional ativa onde a protena vai ter funo biolgica maximizada que o produto final da informao do ncleo.

Em relao transcrio, existe uma caracterstica que diferencia os organismos eucariontes dos procariontes: na dupla fita de DNA, existe uma regio do gen que funciona como um pacote de informao gnica especfica que ser transcrita para a celula atravs da RNA polimerase.

Essa enzima sintetiza a fita complementar de cido ribonucleico e medida que ocorre a sntese ela j promove uma modificao no RNA em uma guanina ligada a uma extremidade 5 que uma modificao do RNAm que chamado de cap, ocorrendo em eucariontes e procariontes.

Logo aps a ao da RNA polimerase, tem-se a formao de um transcrito que chamado transcrito primrio ou RNA heterogneo que na clula eucarionte no vai estar pronto ainda para o processo de traduo, ou seja, no pode ser utilizado pelo ribossoma. Outra funo do ncleo processar esse transcrito primrio, fazendo o processamento do RNAm , retirada dos introns e soldagem dessas estruturas que codificam a sequncia primria das protena que fica contnua e a sim estar pronta para ser mandada para o citoplasma para ser traduzida pelos ribossomas.

E o que a cromatina? Refere-se associao de DNA e protena, essas ltimas tem como funes: coordenar o metabolismo de DNA protenas no-histnicas e organizao fsica do DNA dentro do ncleo histonas , as quais formam um conjunto bastante homogneo de protena. Tm baixo peso molecular e possuem grande nmero de aminocidos bsicos, ou seja, carregados positivamente, como a lisina e arginina.

Essas cargas conferem s protenas a capacidade de se ligar ao DNA por interaes eletroestticas, interagindo com as cargas negativas do cido fosfrico no esqueleto do DNA. O nucleossoma um complexo octamrico formado pelas quatro histonas nucleossomais, onde cada histona apresentada em um conjunto duplo. Ento, a primeira forma de organizao d aproximadamente duas voltas sobre esse nucleossoma, diminuindo o comprimento da fita de DNA e ajudando a organiz-lo.

O DNA enovelado ao redor dos nucleossomas se apresenta como um colar de contas com um dimetro de 10 nanmetros 10 x 10 -9 metro. Nunca vai se encontrar numa clula eucarionte um DNA desnudo.

Essa estruturao com 10 nanmetros corresponde primeira forma de compactao de DNA correspondendo forma eucromatina, estrutura menos compacta de DNA sendo transcricionalmente ativa, gen presente nessa regio est sendo transcrito na forma de RNA. Alm dessa forma de compactao do DNA, existe outra, que seria o enrolamento dessa estrutura em forma de um colar de contas sobre uma mola formando tipo uma fibra mais espessa com 30 nanmetros e uma forma mais compactada do DNA, correspondendo a estrutura da heterocromatina, que uma regio transcricionalmente inativa, ou seja o gen dali no esto sendo transcritos na forma de RNA.

Duas diferenas entre eu e heterocromatina: a primeira morfolgica, que seria dada pelo tipo de enovelamento, eucromatina menos e a hetero mais enovelada; a segunda funcional, a eucromatina apresenta regio transcricionalmente ativa enquanto que a hetero inativa.

E num determinado filamento de DNA, geralmente tm regies de eucromatina interespaadas com regies de hetero e elas podem intercambiar de forma, hetero se transforma em eucromatina e vice-versa, dependendo do 9 Protenas de carter bsico, constitudas, principalmente do aminocido bsico histidina.

Se um determinado gen no est sendo transcrito fica na forma de heterocromatina Quando a clula comea a trancrever um gen, ela no procura fazer uma cpia de cada vez, comeando a trancrever o gen atravs da RNA polimerase, quando ela sai desse incio de transcrio, vem uma outra polimerase e se liga, ento se tem um mesmo gen transcrito ao mesmo tempo por vrias polimerases, porque a nica coisa que limita as polimerases o tamanho.

Enquanto tiver espao elas entram. Depois que esses RNAm forem mandados para o citoplasma so traduzidos justamente de forma sequencial por ribossomas. Do mesmo modo, enquanto existir espao para os ribossomas se ligarem, eles o fazem. No processo de traduo, ele fica ligado at que seja mandada uma mensagem contrria ao ncleo, ou pelo aumento da concentrao de protena ou por uma alterao do processo fisiolgico onde h o desligamento da expresso daquele gene.

Precisa de estruturas adicionais para se manter estvel dentro da clula e se manter estvel ao longo das geraes. No qualquer segmento de DNA ligado a histonas protena cida que tem como funo empacotar o DNA e no-histonas que caracteriza um cromossoma eucarionte! Ento, no filamento de DNA ativo deve haver nas duas extremidades telmeros e numa regio entre essas extremidades centrmero , regies especializadas para caracteriz-lo como cromossoma.

Alm disso, precisa possuir centenas de regies ao longo do cromossoma chamadas de Ori, onde comea a replicao de DNA. Os telmeros so sequncias de DNA especficas onde ao redor dessa seqncia so montadas estruturas proteicas, eles tm como funo evitar o ataque de nucleases, que destri DNA a partir de uma extremidade livre. Essa extremidade do telmero tambm importante para no haver fuso de cromossomas, mantendo o nmero constante.

Por que existem essas nucleases? Normalmente dentro da clula quando tem duas extremidades livres, atravs do sistema de reparo, automaticamente liga-se uma ponta na outra, para manter constante tambm o nmero de cromossomas. E uma ltima funo seria promover a duplicao completa corretamente do DNA atravs da telomerase.

O centrmero tambm uma seqncia especfica de DNA onde vai ser montada uma placa protica chamada cinetcoro onde as fibras do fuso se ligam na mitose ou meiose. Ento, como o RNAr muito importante para a clula, no se satisfaz em ter apenas uma cpia de cada gen, deve ter centenas de cpias desse gen e no apenas em um tipo cromossoma, ela clula espalha essas cpias em vrios cromossomas diferentes.

No caso humano, tem-se pelo menos seis tipos de cromossomas que contm essas regies de mltiplas cpias de RNAr chamadas de RON regio organizadora de nuclolo que se agregam numa regio distinta da clula, emparelham-se lado a lado as regies contendo as sequncias dos RNAr ou as RONs. E ao redor dessa regio de RONs montado uma estrutura proteica que forma a matriz do nuclolo.

E de acordo com as tarefas que se realizam nessas regies do nuclolo cria-se uma diferenciao morfolgica que vai estar associada a uma funo especfica. Ento, na regio central que fibrilar, tem-se a sntese e processamento do RNAr e na regio perifrica que granular, tem-se a montagem das subunidades ribossomais.

Cada subunidade formada por tipo de protena diferentes produzidas por gens diferentes, nos eucariontes, na maior, tem-se 31 tipos de protena e dois tipos de RNAr e na menor 21 protenas e um tipo de RNAr.

Nos procariontes, por ser mais simples o ribossoma consegue ser montado sem ajuda, j eucarionte precisa da ajuda de determinados componentes da regio fibrilar do nuclolo, Ento, na clula eucarionte, tem-se a transcrio dos RNAr que so enviados para o citoplasma, onde so traduzidos em protena ribossomais que so enviadas para ncleo e compartimentalizadas no nuclolo onde atravs da ao do molde de RNAr mais ajuda de protenas especficas do nuclolo, montam-se as subunidades menor e maior, que so enviadas separadamente para o citoplasma onde vo ser montadas em um ribossoma ativo e serem engajadas na sntese proteica.

Costuma-se chamar, de maneira imprpria, ncleo na clula em repouso. No entanto, nesse perodo a clula est em constante atividade para sua manuteno e do organismo, s no est se reproduzindo. A clula para atender funes especiais dentro do organismo ou para manter constante o nmero de clulas ou para gerar clulas que iro funcionar como gametas para poder atender s reprodues sexuadas, ela ir realizar dois processos distintos: mitose, onde a clula tem como funo gerar duas clulas-filha com informao gnica igual a da clula me e Caminhando pela Bioqumica O que iremos ver hoje so os processos de mitose e meiose, alm do ciclo celular para que a clula possa entrar em diviso intrfase.

O ncleo quando a clula entra em diviso celular sofre vrias modificaes que visam a atender o objetivo final que transmitir ou dividir a informao gentica para as clulas-filha. Para a clula entrar em diviso precisa antes passar por um processo preparatrio chamado intrfase. A intrfase mais a mitose formam o ciclo celular. Ciclo Celular Programa Universal seguido por todas as clulas para se dividirem. Esse ciclo celular atribudo nica e exclusivamente para o processo de mitose e geralmente no usado para o processo de meiose.

Esse programa universal significa que todas as clulas tanto de eucariontes como em procariontes possuem uma srie de sistemas regulatrios realizados por protenas regulatrias e dotadas de transmisso de sinais que iro integrar as mensagens recebidas tanto do meio externo disponibilidade de nutrientes e sinais quimcos quanto do interno tamanho da clula que ao chegar o momento propicio para a a clula se dividir ela dispara uma srie de eventos que ir levar a duplicao do DNA e a montagem do aparato protico necessrio para a separao desse DNA duplicado para cada plo que ir para clulas- filha, alm de fazer a ciso do citoplasma para formar duas clulas diferentes.

Todo esse sistema de diviso celular regulado por uma srie de protenas e a ao integrada dessas protenas o chamado ciclo celular. Podemos dividir o ciclo celular em quatro fases distintas: G1, S, G2 e M. A partir da ela pode tomar dois caminhos distintos, um destes seria entrar em processo de diviso celular passando para a fase S onde h a duplicao do material gentico seguindo para a fase G2, e aps esse processo preparatrio ocorre ento a diviso do citoplasma e da membrana formando duas clulas, num processo chamado Mitose ou fase M.

De uma maneira geral, os organismos unicelulares sofrem ciclos continuos de diviso celular, que quer dizer que se voc encontra uma soluo com nutrientes eles iro se duplicar at exaurir a quantidade de nutrientes do meio.

A nica coisa que restringe o processo de diviso a quantidade de nutrientes do meio. No caso de organismos pluricelulares, os ciclos de diviso so regulados, ou seja, no bastam apenas nutrientes no meio de cultura para essas Caminhando pela Bioqumica Alm dos nutrientes as clulas necessitam de determinados hormnios chamados de fatores de crescimento que esto no organismo em quantidades grandes estimulando cada um determinada regio do organismo.

Assim pode-se regular o crescimento da populao de clulas e evitar que se tenha um crescimento exagerado de um determinado rgo em relao a outro. Retomando: o ciclo celular se divide em quatro fases distintas G1 que se caracteriza pelo crescimento celular, ou seja, a clula sintetiza os componentes necessrios a sua funo no organismo.

Ao fim dessa fase ela opta por dois caminhos: o mais comum ir para a fase G0 ou de no-crescimento onde a maior parte das clulas do nosso organismo est estacionada.

Essa fase G0 pode ser temporria, como ocorre com os leuccitos que s comeam a se dividir na presena do antgeno, ou permanente, onde nessas clulas que optam por esse tipo, diferenciam-se e no mais voltam a se dividir como o caso das fibras musculares e dos neurnios. Os neurnios no podem ser repostos, ou seja, a quantidade de neurnios de um indivduo adulto a mesma de quando nasceu.

Para passar da fase G1 para a fase S a clula deve receber um sinal regulatrio formado por um ponto chamado Start onde ocorre a regulao. Esta regulao feita por uma protena quinase e uma protena regulatria. A protena quinase a p34 encontrada sempre dentro da clula em qualquer fase da vida dessa, e ativada por uma protena regulatria chamada de ciclina.

A fase S ser ativada o complexo pciclina. A p34 sozinha inativa e ativada pela ciclina que sintetizada no final da fase G1 e aps 30 minutos ela completamente degradada. S que ainda a formao desse complexo no suficiente para ativar a fase S, ele pega diversas vias de sinalizao compostas por vrias protenas quinases e vrias fosfatases que iro ser estimulados pela presena de hormnios, nutrientes, tamanho da clula e assim sucetivamente ativando o complexo pciclina que ir atuar na transcrio gnica e faz com que ela sintetize toda maquinaria necessria a duplicao de DNA.

Entre as protenas sintetizadas temos a DNA polimerase que faz a sntese da fita complementar de DNA, protenas regulatrias, helicases, protenas ligadoras de fita Retomando: no final da fase G1 num ponto chamado Start h formao de ciclina que ir juntar-se protena quinase p34 formando o complexo pciclina que ir fosforilar protenas alvo nucleares que modulam a transcrio gnica induzindo a formao de, por exemplo: DNA polimerase responsvel pela duplicao do DNA , a SSBP protena ligadora de fitas simples do DNA , helicases, protenas Caminhando pela Bioqumica A DNA polimerase iria separar as fitas de DNA em duas fitas simples e assim a ssb promoveria a ligao dessas fitas simples com nucleotdeos formando duas fitas duplas.

Alm dessas protenas regulatrias, h a induo da formao de protenas estruturais para a formao da lamina nuclear. Ainda no h o mapeamento de todas protenas que sinalizam esse estimlo da diviso do DNA. A palavra cromossomo em Biologia utilizada para designar duas estruturas completamente diferentes: o interfsico e o mittico.

O interfsico representado pelas duas fitas de DNA mais as protenas asssociadas, a fita simples seria a cromtide ou o cromossomo n. Ns humanos possumos 46 cromossomos n, 23 de origem paterna e 23 de origem materna. O cromossomo mittico formado por uma estrutura em forma de X, onde h duas fitas de DNA unidas pelo centrmero.

Nesse caso temos 46 cromossomos e 92 cromtides. As duas fitas so exatamente iguais e herdadadas de um nico genitor. Durante esse breve perodo nossa clula fica tetraplide, ou seja, fica com quatro cpias de um mesmo tipo de cromossomo. Na mitose ser dividida em 46 cromossomos para cada clula. Se todos pr- requisitos forem atendidos, novamente entra em ao o complexo pciclina diferente do anterior que ir promover o processo de mitose que envolve dois processos distintos: separao dos cromossomos para plos opostos da clula e diviso da clula citocinese.

Duas modificaes interessantes entre essa fase e a intrfase so: o citosqueleto, que na intrfase se espalha homogeneamente pela clula e na mitose reestruturado para formar o fuso mittico para poder mover os cromossomos para polos opostos da clula; outra modificao ser dentro do ncleo com a condensao dos cromossomos e dissoluo do ncleo com a formao de uma placa equatorial de cromossomos.

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