AS TREVAS E OUTROS POEMAS DE LORD BYRON PDF

One system eats another up, and this Much as old Saturn ate his progeny; For when his pious consort gave him stones In lieu of sons, of these he made no bones. Pray tell me, can you make fast, After due search, your faith to any question? Nothing more true than not to trust your senses; And yet what are your other evidences? And both may after all turn out untrue. An age may come, Font of Eternity, When nothing shall be either old or new.

Author:Maucage Akigor
Country:Brazil
Language:English (Spanish)
Genre:Life
Published (Last):18 April 2013
Pages:237
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No te sorrias, no, para o meu carregado aspecto. Todavia, no permita o cu que ja- mais chores, e talvez que chores em vo. E tu inquires do oculto mal que me oprime e me corri a alegria e a mocidade? E querers em vo procurar conhecer uma dor que tu prpria no poderias mitigar?

No amor nem dio, no so as honras perdidas de uma baixa ambio, que me fazem aborrecer o meu presen- te estado e fugir de tudo o que mais prezei: esse tdio que ressalta de quantas cousas topo, ouo ou vejo: a beleza nenhum prazer me d; os teus olhos mal tm encanto para mim.

Que desterrado pode fugir de si prprio? Em quais- Por Cid Vale Ferreira quer zonas que me ache, por mais remotas que sejam, per- segue-me sempre, sempre a maldio da vida o demnio possvel considerar a imitao do brasileiro mais fiel ao ori- Pensamento. Outros, contudo, parecem-me engolfados no prazer, sa- boreando quanto eu deixei. Oxal que sonhem sempre com Forma de apresentao: A fragilidade conceitual da oposi- transportes e que nunca despertem, ao menos, como eu!

Com isso, refora-se a afirmao de que ao menos que; suceda o que suceder, j conheci o pior. Peregrinao de Childe Harold. Traduo de Alberto Telles. Lisboa: Ferreira, Os tradutores dos poemas mais extensos de Byron muitas No mais sorrias a esta fronte turva. Leia-a aten- Praza ao cu, que jamais debalde as vertas! Ciente de que ambos buscaram transpor ao portugus a mesma cano, prossiga s questes: Conhecer queres que desgraa oculta Juventude e prazeres me envenena?

Aponte na verso potica duas Se mesmo tu no podes mitig-la? Que seme- III lhanas e diferenas voc nota no contedo expresso pelos trechos escolhidos? No me obriga o amor, nem mesmo o dio, Nem da baixa ambio perdidas honras b No sculo XIX, verses como a de Fagundes Varela no A praguejar meu fado, abandonando eram consideradas ou denominadas tradues, mas sim Tudo o que eu mais prezava sobre a terra. A verso de Alberto Telles, IV por sua vez, um timo exemplo daquilo que recebia a alcunha de traduo, reconstituindo fielmente os aspectos este horrvel tdio que me inspira semnticos da cano original neste caso, custa de sua Tudo o que vejo e ouo.

A formosura forma de apresentao. Pois bem, sabendo que os versos Cessou de me agradar; teus prprios olhos de To Inez compem paralelismo mtrico, e que Conservam para mim encanto apenas.

Nenhum outro poema de Byron foi to traduzido no Brasil quanto To Inez, e o confronto de suas diferentes verses a sombria dor que acompanhava tem se mostrado no mnimo revelador. Segundo nossos le- O fabulado Hebreu no mundo errante: vantamentos, a primeira traduo brasileira da cano foi Temo os olhos lanar alm da campa; publicada no ano de Confronte-a com a imitao de Fa- E entanto nela s repouso aguardo. A VI seguir, responda: Que exilado evitar pode a si prprio?

Estilo: Na criao literria, a escolha de recursos expressivos da lngua que refletem as intenes e a natureza de quem escreve. Inda mesmo nos mais remotos climas, Persegue-me o flagelo da existncia, E o terrvel Demnio o Pensamento.

Justique sua resposta com elementos do prprio texto. Gozem outros arroubos de delcias, b Que temas de To Inez podem ser identificados na tradu- E em paz desfrutem tudo o que abandono! Oxal que aos seus sonhos de ventura 3 Mais feliz despertar os cus lhe fadem!

Foge de mim, qual foge o passarinho Do tronco estril sem raiz na terra, IX Sem sombra nem folhagem; Foge, no queiras perscrutar desta alma Que desgraa esta. Por piedade; sim, no me interrogues: Continua a sorrir; rasgar no busques No vs crestar nas chamas de meu peito O vu de um corao que oculta o inferno. A Ignez. A taa do martrio. Sem folhagem no cu; Melhor seria te envolvesse a fronte Ah!

Poesias de B. Que o cu derrama em vo na ardente areia Rio de Janeiro: B. Garnier, De pramo bravio. Entre os principais motivos literrios que nortearam a po- Dizem que os dias meus correm serenos! Alm do Quem me dera chorar! Reflita 4 Delas lavando, um pouco a dor acalma, sobre essas afirmaes e responda: E adoa o sofrimento. Motivo: Tema que, recorrente em determinado autor ou tradio, serve como o desencadeador de uma ou mais aes. O motivo da mu- No vertem sangue as lceras desta alma, lher idealizada que esvaece, sumindo nas ondas ou evaporando, por E nem ressoa fora de meu peito exemplo, pode servir de ponto de partida para o tratamento da deca- De minha dor o grito.

Em suspiros no sai; tenaz se agarra Ao corao aflito. Guiar-te pelas sendas em que piso, Em que s vejo espinhos? Os trechos selecio- Do porvir os caminhos? Fica-te pois em teu puro horizonte, Belo astro de amor, e no pretendas Intertextualidade: Aspecto da transtextualidade que consiste na pre- Perder tua luz pura, sena de aspectos de um texto em outro por meio de citaes, aluses, plgios etc.

Nesta, que a triste vida me escurece, Medonha noite escura. Poucos trechos da longa seqncia de entrevistas entre Byron rias imagens poticas. Algumas delas so elaboradas como e Medwin foram to reproduzidos quanto o que acabamos de smiles, figuras de pensamento que se diferenciam das me- destacar.

Ao confirmar rumores a respeito de seu crnio-taa, a tforas por relacionarem seres de natureza diversa por meio declarao do poeta serviu de base no apenas a ensaios crticos de conectivos comparativos um sentimento como uma e biogrficos, mas tambm a uma longa lista de textos aciden- paisagem, um ser vivo como um fenmeno natural etc.

A surpreendente acolhida desse trecho fez com da: como eles caracterizam o enunciador? De que ma- monge da Abadia nos tempos em que ela foi desmonasterizada.

Conseqentemente, enviei-o cidade, deuses do Consistrio, Byron emprega uma linguagem hi- e ele retornou perfeitamente polido, em cores matizadas como perblica propositalmente exagerada ou irnica contrria as dos cascos de tartaruga o Coronel Wildman seu dono ago- ao que realmente deseja expressar?

Justifique sua resposta ra. Lembro-me de ter escrito alguns versos a respeito, mas isso com elementos do contexto do qual as expresses constam. Seus membros somavam doze, e eu me autodeclarei c O poema de Byron traduzido por Castro Alves como A uma gro-mestre, ou Abade do Crnio, um imponente ttulo herl- taa feita de um crnio humano pgina 26 foi fielmente ver- dico.

Um conjunto de hbitos negros, o meu diferenciado dos tido ao portugus por Pricles Eugnio da Silva Ramos. O ttulo demais, foi encomendado, e de tempos em tempos, quando um de sua verso publicada em , Versos inscritos numa taa dia particularmente revolto era esperado, um captulo era con- feita de um crnio, refora o tom de profanao observvel no vocado; o crnio era ento preenchido com vinho tinto e, numa original ao sugerir que as convidativas estrofes lidas na caixa imitao dos antigos godos, circulado pelos deuses do Consist- ssea teriam sido gravadas por um terceiro.

Ciente dessa sutile- rio, enquanto vrias piadas sinistras eram feitas a sua custa. Conversations of Lord Byron: noted during do esprito da caveira, que procura atenuar seu presente esta- a residence with his lordship at Pisa, in the years and Osmindas a ganhara a Triptolemo nos jogos do Disco; Trip- tolemo a recebera de Jpiter.

Que louca idia a de fazer en- gastar em ouro esta taa de marfim, assent-la sobre um p a Tratvamos, amigos, da imortalidade da alma. Byron, sois egpcio e quereis entendermo-nos; e, para isso, bebamos! Vamos, ei-lo no delrio da melancolia. Peters, leva esta taa! Era uma mulher que en- tua alma em algum lugar. Em sua casa, Sardanapalo corara; mas ali, viva So trebaria, os meus criados todos, e perguntem-lhes se tm o Jorge, estvamos mais vontade do que em um palcio, sentimento da sua alma.

Senhores; nos entregvamos sem reserva ao vinho, licen- intil, Byron. Ser, se o quiserdes, uma verdade de a, ao prazer; eram mulheres que nos embriagavam, a ns razo. Se tivsseis visto a minha; 6 De razo? Por So Jorge! Ouvi, amigos, uma disputa frvola. Acredi- andaluz. Pobre mulher! Possuindo mil guinus, sou pirei o perfume das rosas de Madri, das plidas anmonas de ateu, bebo; tendo apenas quinhentos, sou pirrnico, discuto Portugal, dos lrios da Frana.

Falemos sem figuras; amei e duvido; quando tenho cem, sou desta, creio; enfim quan- as mulheres belas de todas as naes; conheci algumas que do nada tenho, sou religioso, oro e amo. Porque preciso para me verem, a mim, Byron, saltaram de noite os muros ter uma alma profundamente religiosa para amar. No amor do convento; outras que por paixo se afogaram no mar; ou- tudo religio. O grmen o mesmo. Amai uma espa- tras que se finaram sem revelar o segredo de suas dores.

Amigos nenhuma. Assim, Seu crime a conduziu ao cadafalso. Sou a causa da pois, orar amar; beber, ainda amar. O amor e a religio sua morte, bem o vedes; ah!

A propsito disso convido-vos a todos do timbaleiro! Mas por qu, Byron, a propsito da histria da taa b Leia o seguinte trecho sobre a fase estudantil de Byron: vm as recordaes de uma libertina que hoje apenas um Formava uma espcie de associao monstica com os seus pouco de p?

Em presena da morte, ao lem- ta; o que originou a infundada crena vulgar de que bebiam brar-me de tamanha perda, nada de materialismo, Senhores. Confronte mentalmente o poema A uma remisso dos pecados, na vida eterna. Byron, mas no choreis com tanta paixo um nova ordem colhido por Thomas Medwin e esse fragmen- dia de embriaguez.

De acordo com esses tex- Que eu no chore?! Pois no sabeis que na noite da tos, seria mais adequado descrever o conto de Gozlan como sua execuo, procurei por ela, cortei-lhe a cabea e mandei um tratamento literrio de elementos contidos no poema de ferver essa cabea?

No a comi, acreditai-o! Tirei-lhe os cabe- Byron, de um de seus mais notrios episdios biogrficos los e a carne, e quando a mo do artista a poliu, um joalheiro ou de uma das vrias lendas circuladas a seu respeito?

Grande Deus! Uma orgia de Lord Byron em Veneza. Ensaios Por que empalideces, Solfieri?

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